quarta-feira, 6 de junho de 2012

O rei da andorinha…

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Era uma vez uma linda e simpática andorinha chamada Beija-flor.
Decidiu ir passear para uma floresta, onde cantou e brincou durante algum tempo. Gostou muito daquela paisagem, na qual pôde conversar com as flores, as borboletas, os esquilos, as cigarras e com as outras aves que por lá iam viviam ou por onde iam passando. Ficou maravilhada!
Tanto passeou, que ficou cansada de voar. Sentia-se cansada, mas muito feliz!
Mais à frente pousou num belíssimo chapéu. Este pertencia a um rei que também fora passear pela floresta - a qual lhe pertencia - porque fazia parte dos domínios do seu fantástico castelo.
Gostou tanto do chapéu de passeio do rei David – assim se chamava o soberano – que resolveu por fazer lá o seu ninho, recolhendo palhinhas, raminhos de árvores e folhinhas. Mais tarde, quando o ninho já estava pronto, pôs lá dois ovitos, de que cuidou com muito carinho. Ia ser mãe, por isso estava cuidadosa e emocionada com o seu novo papel.
O rei percebeu, ao fim de umas semanas, que uma ave tinha feito o ninho no cimo do seu elegante chapéu, mas não quis destruí-lo e até se sentiu comovido e honrado pelo facto de o seu chapéu de passeio ser escolhido como casa de futuras aves. Por isso, deixou-o numa varanda do castelo, para que a ave pudesse chocar o ovo com tranquilidade.
Algum tempo depois, as andorinhas nasceram e o rei David, como era muito generoso e amigo das aves, decidiu ajudar a andorinha Beija-flor a cuidar das suas filhotas, o que ela agradeceu.
Fez questão de lhes atribuir nomes. Assim, uma chamou-se Andorinha Azul e outra Andorinha Prateada. Elas passaram a ser as mascotes do castelo e viveram felizes e cheias de ”mordomias”. Ainda hoje, o chapéu do rei continua com o ninho e a ser visitado por todos os seus convidados. O ninho passou, assim, a ser “real”…
David Parente, Grupo 5

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