segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Micael das batatas


Era uma vez um menino chamado Micael, que trabalhava na lavoura com o pai e com a mãe. Ele regava as couves, as flores, as árvores e tirava-lhes os frutos para os levar para casa. Ele tratava bem do quintal, plantava coisas. Certo dia, o menino Micael disse ao pai que as batatas tinham que sair da terra. Depois, o Micael começou a tirar as batatas da terra. Enquanto isso, o pai dizia:

- Está bem, está bem, está bem!

Depois, o Micael começou a tirar e a apanhá-las. O Micael fez um grande buraco, muito fundo, as batatas começaram a cair e o menino foi apanhar as que caíram no buraco. Entretanto, aconteceu um milagre, caíram todas as batatas no buraco. O Micael ficou no meio das batatas e lá continuou.

O Micael começou a descascar as batatas dentro do buraco, a mãe apanhou as rodelas e os palitos e criou a marca da batatas fritas “Micael batatas”.

Em seguida, a mãe chamou os bombeiros para tirar de lá o Micael e assim acabou a história.

Manuel Casimiro

A história da menina Laura


Era uma vez uma menina chamada Laura!

Ela tinha cabelos pretos ondulados como o mar em noite de tempestade, olhos azuis como céu limpo no verão, um nariz muito pequeno ainda infantil e um sorriso muito radiante que nos faz esquecer o mundo!

Quando estou triste, vou para a beira dela e desabafo. Ela faz-me perceber o lado bom das coisas, diz-me que mundo não é como nós pensamos, nem como queremos.

Ela fala-me da vida, e faz-me ver a pessoa que realmente sou.

Ela passa maior parte do tempo em casa, sozinha, no meu quarto. Não passo muito tempo com ela porque vou para a escola e tenho outras coisas para fazer mas ela compreende-me. É por isso que, mas mal chego a casa, vou para a beira dela e conto-lhe as novidades e ela também gosta de me contar o que fez!

Laura, num domingo de manhã, com um sol brilhante, acordou-me e disse-me que tinha um programa para nós. Então vestimo-nos e tomámos o pequeno-almoço.

Eu peguei no carro e ela disse-me que era para me dirigir ao parque aquático.

Então fomos!...

Quando lá chegámos, fiquei fascinada com o que vi.

Ela anunciou-me que íamos assistir ao espectáculo dos golfinhos.

Então fomos e fiquei muito feliz.

Quando o espectáculo acabou almoçámos no local e, depois, voltámos para casa.

Quando chegámos a casa ela tocou à campainha. TRIMMMMM...

Então acordei.

Não passou de um sonho, a Laura estava na cadeira sentada a olhar para mim.

Cláudia Franco

A amiga Vânia

Tenho uma amiga chamada Vânia. Tem 27 anos e mora na Póvoa do Varzim.

Tem cabelos castanhos, lisos, compridos e soltos, esvoaçantes como as folhas do Outono. Os seus olhos castanhos, como duas avelãs, iluminados por uma ligeira maquilhagem. Adoro o seu sorriso encantador.

É muito bonita, amiga das pessoas e está sempre pronta para ajudar os outros. Muitas vezes gostaria de falar com ela mas é impossível. É professora na escola da pintor José de brito, dá aulas de matemática.

É escuteira na Póvoa do Varzim e, como tal, tem um trabalho educacional e de voluntariado.

Gosto muito dela porque é amiga, educada, brincalhona e simpática.

Sónia Dantas

O Filipe


Era uma vez um rapaz chamado Filipe. Tem os olhos vermelhos e azuis, na orelha esquerda usa uma argola toda giraça. O cabelo liso, escorrido e escuro cai em franja sobre a testa. Na cabeça usa um boné com pala reta descaída sobre o pescoço… O rosto, com borbulhas, nariz redondinho e boca bem sorridente, apresenta uma expressão de alegria contida. Usa uma camisola da Nike, com pintas, muito bonita.

Nem sempre é ajuizado mas, às vezes, é um bom rapaz …

Gérson Gonçalves

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Atividade Letiva - grupo 5




Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 3



atividade Letiva - grupo 1






Atividade Letiva - grupo 5



Atividade Letiva