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segunda-feira, 4 de março de 2013

O Dinosseronte




Sou um animal fantástico chamado Dinosseronte.
Já sou velhote, pois tenho100 anos. Moro no céu, numa grande nuvem. Sou um ser estranho, uma mistura de dinossauro e rinoceronte: sou pequeno, tenho dois grandes olhos, duas orelhas à Shrek, quatro pernas muito fininhas, um rabo enorme, um nariz de palhaço, e um corpo magro.
Os meus amigos vivem na terra: o gato, o cão, o cavalo. E tenho um único inimigo, a cobra venenosa. Quando desço à terra gosto de brincar com os meus amigos e assistir com eles aos jogos do Porto. Sou um portista fanático e a cobra é benfiquista, claro.
Sou tão fanático pelo meu clube que, mesmo quando perde com razão, eu ateimo que o Porto não mereceu perder e zango-me com todos.

Debora Correia




O Dinogirafa




Sou um Dinogirafa, uma criatura nascida da fusão de um dragão e de uma girada.
Sou cheio de músculos e sedutor. Tenho uma amiga especial: a pata chinesa. Brincamos juntos, tomamos o chá das cinco e dançamos o Samba. Ah, tenho 61 anos, mas parece que tenho 10. Tenho muita saúde porque tomo, todos os dias, uma aspirina super-fortificante.
Dizem que sou teimoso e resmungão. E sou, é verdade! Mas também sou um bom amigo e gosto de ajudar as pessoas.
O meu grande inimigo é o Tigre-macaco que também vive na floresta tropical.

Filipe Abel


sexta-feira, 30 de novembro de 2012

O peixe pargo




Era uma vez um peixe pargo que vivia nas águas do oceano Atlântico, junto à nossa costa, no meio de um grande cardume, que faria inveja a qualquer pescador.
O pargo Laranjinha, como o próprio nome indica, era todo cor de laranja, era um jovem muito brincalhão, gostava de brincar com os outros parguinhos e também com os polvos e as estrelinhas, no meio das algas de um verde escuro, onde a apanhada era muito emocionante.
Como qualquer outro, gostava de ir à descoberta, e às vezes afastava-se demasiado do cardume – já tinha tido alguns sustos e os pais estavam sempre a repreendê-lo, enfim o mar tinha tanto por descobrir...
Um dia, o polvo desafiou-o a visitar uma gruta lá nas profundezas. Ele hesitou, sabia que não devia ir, mas a tentação foi mais forte e lá foi ele...
-Oh, que lindo, disse ele, quando viu uns caranguejos e umas estrela muito coloridos.
 Tinha valido a pena, mas já estava na hora do regresso.Com pressa, para os pais não se aperceberem da sua ausência, lá foi ele a procura dos seus...
Já tinha avistado o cardume, quando de repente algo brilhante captou a sua atenção, parecia um apetitoso camarão.
Ao abocanhar, ficou preso e algo o puxou fora da água. Não entendia o que se passava...
- Olhem, já apanhei um peixe! Disse o pescador ao puxar a cana de pesca para apanhar o pargo.
- Oh! É tão pequeno, mais vale deixá-lo crescer mais um pouco, acrescentou ele ao atirar o peixe ao mar.
O Laranjinha não queria acreditar na sua sorte, e ainda a tremer de medo, fugiu como um raio.
Os pais, ao ouvir a história, ficaram emocionados e abraçaram-no com muita ternura.
Desta vez , o Laranjinha tinha aprendido a lição. A partir daí, o Laranjinha nunca mais se afastou do cardume. 

Adriana  Martins

O carapau colorido




Era uma vez um carapau amarelo às pintinhas vermelhas. Com tanta cor, o Teco saltava à vista no meio do cardume cinzento que vivia no Oceano Atlântico. 
Todos o conheciam, mas ele vivia infeliz por ser tão diferente. Por isso, afastava-se muitas vezes do cardume e gostava de brincar, no meio das algas, com os seus amigos - as medusas, as estrelas-do-mar e o caranguejo, também eles muito coloridos.
Uma vez, quando o Teco saiu do cardume para ir brincar com os seus amigos, levantou-se uma tempestade e ele perdeu-se da família. Sentiu-se muito triste, desamparado, tinha tantas saudades da mãe, do seu carinho e apoio, do pai que sabia sempre o que fazer, e até dos irmãos que estavam sempre a chateá-lo. Estava tão arrependido por ter tido vontade de estar longe deles!
Com a tristeza, começou a ficar pálido e as cores garridas das suas escamas a desaparecer.
Certo dia, avistou um cardume de sardinhas, e perguntou esperançoso a uma delas se não tinha cruzado com o cardume de carapaus. E uma sardinha maior interrompeu e disse:
- Sim, sim, eu vi-os, não estão muito longe, continua nesta direção e já os encontrarás!
O Teco agradeceu. Nadou rapidamente e durante muito tempo. Já estava a perder a esperança quando finalmente os viu!
Ao chamar a mãe e o pai, estes olharam para ele, mas não o reconheceram, pois ele estava todo cinzento. Ao insistir, os pais reconheceram-lhe a voz e acolheram-no com tanto entusiasmo que ele voltou a sorrir e as suas escamas voltaram a luzir as suas cores vivas!
Sentiu como se fosse Natal, em que estar com a família é o que mais importa.

Juliana Sequeira 

O Pintarolas esperto





Era uma vez um peixe balão que se chamava Pintarolas, o corpo era amarelo e sobressaiam as pintas vermelhas, que funcionavam como aviso a quem o confundisse com um petisco.
O Pintarolas vivia tão contente, tão feliz, tão satisfeito, no seu cantinho do recife, com os amigos caranguejos e as medusas roxas e vermelha. Adorava passar os dias a brincar às escondidas no meio das plantas. Era o paraíso.
Passaram os dias, e em Dezembro, o Pintarolas começou a ficar nervoso, preocupado, ele sentia saudades da família e queria estar com ela para festejar o Natal.  
Mas para isso, tinha que nadar numa corrente onde aguardava, escondida, a terrível moreia, que mais parecia um dragão a defender a sua gruta.
De repente o Pintarolas teve uma ideia e pediu a todos os seus amigos para distrair a moreia para ele passar para o outro lado onde o esperaria a sua família.
Enquanto o caranguejo atirava pedras, a medusa roxa disparava areia por um lado e a medusa vermelha atirava em sentido contrário e a moreia, com tanto alvoroço, enfiou-se no seu buraco e foi deste modo que o peixe balão conseguiu passar.
Do outro lado, o Pintarolas reuniu-se com a sua família e todos acenaram agradecendo este lindo gesto de amizade.

      Preciosa Costa 

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

O peixe de gelo Nani




Era uma vez um peixe de gelo, transparente, só se lhe via os olhos, a boca e a espinha dorsal. O Nani, este peixe de gelo, vivia lá no Pólo Norte, no Oceano Ártico onde tudo é branco e as águas estão sempre geladas.
Habituou-se a viver sossegado, porque ninguém o via e assim não tinha que fugir dos predadores.
Mas, por outro lado sentia-se aborrecido. Não tinha ninguém com quem brincar.
Um dia, na época de degelo, ele ouviu o canto das baleias de bossa e ficou de repente frente a frente com uma baleia-bebé. Ficou cheio de medo.
A baleia, ao vê-lo, com o seu olho gigantesco, fixou-o muito curiosa. Nunca tinha visto um peixe assim.
Perguntou-lhe:
- Como te chamas, nunca tinha visto ninguém como tu?
_ Sou um peixe de gelo, e chamo-me Nani e consigo viver nestas águas geladas porque não congelo, mas sinto-me tão triste, porque não tenho amigos, e és o primeiro que me vê e que fala comigo…
- Pois é, sabes que as baleias têm uma vista muita apurada, veem tudo…
E foi assim que o Nani encontrou uma nova família, com quem podia falar e estar.




                                                Octávio Casimiro Brito Cerqueira, 6ºA- Grupo I

O Polvo Amarelo




Vou-vos contar a história do polvo amarelo. Era um polvo muito solitário e tímido e, por isso, se escondia debaixo das rochas. Só saía à noite. Este polvo tinha nascido diferente dos seus irmãos: amarelinho, muito amarelinho.
Um dia, estava escondido debaixo das rochas quando viu um caranguejo a aproximar-se. Os dois tornaram-se amigos. O Polvo estava muito contente com o seu novo amigo caranguejo. Um dia, estavam a brincar como de costume quando apareceu um tubarão. O tubarão era muito mau, era inimigo de todos os peixes. E,  claro,  tentou fazer mal ao polvo e ao caranguejo, mas o que ele não sabia era que o polvo tinha poderes mágico. Então, com os seus poderes, o polvo transformou o tubarão num bom tubarão e ficaram amigos. 

Catarina Rodrigues

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Rodrigo o Polvo baterista




Era uma vez um Polvo chamado Rodrigo um polvo muito engraçado, todo vermelho com ventosas azuis.
O seu passatempo preferido era tocar bateria. Sempre que havia uma festa, Rodrigo era chamado para tocar. Rodrigo não se cansava ! Era capaz de tocar a noite inteira. Mas, no dia seguinte, quando chegava para treinar sentia-se demasiado cansado e em vez de dar um pontapé na bola, pontapeava os colegas. Ele bem pedia desculpa mas os colegas começavam a ficar cansados.
Rodrigo, depois de muito pensar, decidiu dedicar-se apenas à música, sendo agora um músico de sucesso.
Raúl Gomes
Grupo5

O Cómico




Olá! O meu nome é João. Vivo em Marte,  no  Martesódio onde a  água  é quente, pura, cristalina… O mar é habitado por peixe-espada, peixe arco-íris, peixe cristal e muitos mais.
 A minha profissão é fazer rir quem precisa. O meu local de trabalho é nos hospitais, teatros e  empresas. Eu trabalho com um amigo, ele chama-se David. Os nossos espetáculos são grátis nos hospitais, porque os doentes precisam de rir para esquecerem os problemas,  os outros são pagos porque precisamos de dinheiro para sobrevivermos.
 Eu gosto muito do meu trabalho porque adoro ver o sorriso dos peixes crianças, peixes  adultos e peixes idosos. Acreditem que a parte que mais gosto é de fazer os doentes rir, porque sei que nesses momentos eles se esquecem das suas dores.
 Ah !Aqui, em Marte, no dia de Natal ninguém está infeliz, porque há uma lei que obriga todos os peixes a praticar o Bem. Este ano estarei no hospital Martileno a fazer rir  todos os que lá estiverem , … porque rir é o melhor remédio!


João Pedro Araújo
grupo2

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

O Polvo do Natal



Era uma vez um polvo chamado Natal.
O polvo Natal é um polvo muito gordo, grande, com olhos pretos e com extensos braços cheios de cor, aquela tinta que os carateriza tanto. Qualquer polvo tem oito pés, possui oito braços com fortes ventosas, dispostas à volta da boca com a ajuda das quais apanha peixes, crustáceos e outros invertebrados que o alimentam, mas não é o caso do polvo Natal. Igual aos outros, o nosso polvo tem, apenas, um corpo muito mole, sem esqueleto interno e tal como as lulas, possui, como meios de defesa, a capacidade de largar tinta de camuflagem conseguida através dos seus braços. É assim que o nosso amigo polvo se defende, de quem lhe quer mal, nas águas do mar.
Mas nem sempre as coisas lhe correm bem! Quando chega a maré baixa, ele resolve passear e bronzear-se nas rochas e mostrar o seu lindo corpo às suas amigas sardinhas, fanecas, solhas, trutas, à pescada dourada e, em especial, às suas amigas lulas. É que o polvo Natal gosta de ser diferente e, de tal modo é diferente que, em vez de oito, até tem 11 braços que parecem um arco-íris à tona da água. Por isso, é que ele é muito desejado pelas suas amigas lulas, a quem ele não dá importância, porque o seu coração pertencerá sempre a alguém da mesma espécie.
O que ele não sabia, é que também em terra havia alguém que gostava, melhor dizendo, amava muito os polvos e tanto que era capaz de correr muitos riscos para conseguir caçar um. Como o Natal estava a aproximar-se, D.Francisca Flores escolheu um dia de maré baixa para apanhar polvos na praia norte.
Depois de muito pular de rocha em rocha, eis que um raio de sol tocou no corpo do polvo e o fez brilhar. O brilho era tão colorido que foi fácil a D. Francisca Flores apanhá-lo, embora ele tentasse defender-se com os seus 11 fortes braços. D.Francisca Flores, mal apanhou o polvo na rede, levou-o, tratou dele e lá foi ele parar a uma famosa panela. O Polvo Natal, ingénuo, estava convencido que ia passar a viver num lindo aquário, onde poderia ser visto por toda a gente.
Mas tudo mudou de figura, quando D. Francisca Flores lhe juntou umas litradas de água quente para ele ficar bem cozidinho. O polvo nem teve tempo de dizer “Ai!”.
Quando chegou a noite de consoada, D.Franscisca Flores serviu o seu amado polvo à família que se deliciou com ele. D.Francisca, como tinha um afeto especial pelos polvos, também petiscou e essa foi a maneira que ela arranjou para ficar com o seu amado, para sempre, na sua barriga. E assim foi.

Sónia Dantas
grupo 4

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

O taxista






Olá!
  Eu vivo no mar de Praia Norte, Viana do castelo, com a minha família. Tenho trinta anos, sou policia.Gosto do meu trabalho porque a minha região é sossegada, há poucos roubos, aplico muitas multas aos peixes que não têm carta de condução. Alguns peixes são atropelados porque não vão pela a passadeira, pondo a sua vida em risco e a dos condutores.
  Nos meus tempos livres sou taxista para levar os idosos às compras, ao hospital, ao jardim..., não cobro nada pelos serviços prestados, alguns têm possibilidades económicas e agradecem-me. Aceito, porque só o faz quem pode e ponho esse dinheiro num mealheiro para comprar as prendas de natal.  Sabem, é que na época de Natal, faço uma ceia para os amigos e familiares e dou prendas a todas as crianças. Gosto de praticar o bem e não olhar a quem!


Micael Sousa
Grupo2



sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Projeto "Aquário Suspenso"


Imagens do projeto "Aquário Suspenso" em desenvolvimento pelos alunos dos cinco grupos.

O caranguejo feliz







Débora a pintar um peixe feliz



Este caranguejo era diferente dos outros porque tocava viola.Toda a gente gostava dele porque animava as festas na praia. Era conhecido como o caranguejo - violinista. A sua brincadeira preferida era brincar às escondidas, por isso passava o dia a esconder - se debaixo das rochas. Um dia encontrou um amigo , um polvo que também gostava da mesma brincadeira e passavam os seus dias a jogar as escondidas . Os dois ficaram amigos para sempre.


Débora Correia
Grupo 3

sábado, 30 de junho de 2012

O convite




A Débora trabalhava numa fábrica de bolos, que se chamava “Corações Quentes”. Lá faziam-se bolos deliciosos. Todos os dias se faziam muitos bolos com farinha, ovos, açúcar, fermento em pó, chocolate em pó, óleo, água, laranja, iogurtes, coco, leite condensado e outros ingredientes. Os ovos eram fresquinhos e caseiros.
Certo dia, decidiu-se fazer uma festa, para que as pessoas conhecessem os bolos que lá se cozinhavam. Distribui-se o convite, para que todos pudessem ir à festa. Era o convite para a “Festa dos Corações Quentes”. No convite, desenharam-se bolos com confetes muito coloridos, bandeiras, estrelas e corações.
Foi uma festa linda, com música muito alegre, onde as pessoas se divertiram e comeram muitos doces.


Débora Correia
Grupo 3

A pizza da Débora




A Débora era uma senhora que trabalhava numa pizzaria, em Santa Marta de Portuzelo.
A Débora fazia muitas pizzas, todas elas deliciosas, no entanto, a melhor de todas era a pizza “Mista”. Esta pizza era feita com: molho de tomate, queijo, fiambre, chouriço, cogumelos e pickles. Todos os clientes adoravam a pizza Mista, principalmente as crianças, mas só podiam comê-la de vez em quando, porque como levava muito queijo, tinha muitas calorias. Assim, se os meninos comessem muitas vezes aquela pizza, ficavam muito gordos.
Devemos ter uma alimentação equilibrada para termos uma vida saudável.

Débora Correia

terça-feira, 26 de junho de 2012

O chapéu das quatro fases da Lua






Era uma vez quatro luas. Melhor, quatro fases da Lua, esse planeta maravilhoso que nos faz sonhar… Cada uma tinha o seu nome. Chamavam-se assim: a fase de quarto minguante, Mafalda; a lua nova, Teresa; a fase de quarto crescente, Juliana, e a lua cheia, João. Esta fase era a única masculina. Parece estranho, não é?!...

Estas luas eram muito amigas umas das outras, por isso eram inseparáveis. Certo dia – ou seria noite?! - a luaTeresa foi de férias e as suas amigas ficaram muito tristes, porque ela iria para a Autrália durante muito tempo. Mas, como em tudo na vida, há que ter coragem para enfrentar também os momentos que não são tão agradáveis… Então, o João, a Juliana e Mafalda foram levar a sua amiga ao aeroporto. Depois das despedidas, vieram para casa muito tristes. Repararam que a amiga viajante levava uma lágrima teimosa na sua face, embora tentasse disfarçar. Contudo, eles não se esqueciam de que poderiam contactá-la sempre que quisessem.

Com o passar do tempo, lembraram-se de ligar para a sua amiga Teresa, mas ela não atendeu. Ficaram muito atrapalhados a pensar no que lhe teria acontecido. Precipitação de amigos, claro está!
No entretanto, o João teve uma ideia e partilhou-a:
- Já sei! Vamos a facebook e vemos se ela está online!
 As restantes fases concordaram e lá foram até ao computador. Desta vez tiveram sorte, porque ela estava, de facto, online. Teclaram muito. Ela explicou-lhes que tinha estado sem cobertura de rede, por isso não pôde estabelecer contactos durante algum tempo. No final da conversa, ficaram todos contentes por ela lhes ter anunciado que chegaria na próxima quarta-feira. Ena! Já era domingo…

No dia em que chegou, lá foram todos buscá-la ao aeroporto. Logo que a viram, sentiram uma alegria enorme! Como amigos que eram, ofereceram-lhe um lindo e perfumado ramo de flores. Este gesto comoveu-a… Foram para casa e conversaram sobre o que a amiga viveu no tempo em que esteve ausente. Esta contou-
-lhes as suas histórias da nova experiência com imenso entusiasmo, mas fez questão de lhes dizer que, em todas as noite, sentia saudades deles… Quando uma das fases já estava de serviço, iluminando a Terra, as outras foram descansar.

No dia seguinte foram todos para a praia. Levaram as toalhas, os protetores solares, os óculos de sol, e os chapéus. Não esqueceram o jornal do dia, para ficarem a par das notícias. Gostavam de estar informadas.
Ao fim de algum tempo, avistaram um jovem que tinha um chapéu muito engraçado e decidiram ir cumprimentá-lo. Ficaram a saber que se chamava Raúl e que era muito simpático, para além de fascinado pela Lua. Aliás, era um jovem que andava muitas vezes com a “cabeça na lua”, como diziam os seus amigos, tal era a sua ditração…
Depois de uma longa e animada conversa na esplanada da praia, o Raúl ofereceu-lhes o seu chapéu para que cada uma colocasse uma foto sua. Os quatro amigos ficaram encantados com o pedido e deixaram-se fotografar, sorridentes. Foi desta forma que o chapéu de praia do novo amigo ficou decorado com as imagens das quatro fases da Lua…


Raúl Gomes, Grupo 5