quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Árvore dos amigos


Era uma vez uma árvore cheia de pássaros.

Cada um deles tem seu nome: João Carlos, Vânia, Cláudia, David e Raquel.

Esta árvore é constituída por amigos e professores.

Os pássaros são muito coloridos e todos diferentes.

Há um pássaro que gosta muito de chatear e de brincar. Que gosta de varrer e de cantar. Esse é o João.

O pássaro Vânia é muito bonito, vaidoso e brincalhão.

A Cláudia é um passarinho muito mimado, só faz asneiras e é muito resmungão.

O David, esse, é um pássaro que gosta muito de brincar. Quando algum viajante vem a Portugal, tira-lhe uma foto e ele está sempre a perguntar aos amigos se já está tirada.

A Raquel é bonita, simpática e é muito amiga.

Mas somos todos amigos.

A minha árvore é assim!...

Sónia Dantas

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A fantasia do Abel - Rosa Guedes



Para uma festa tropical

Fui convidado

Mas o traje ainda não tinha encontrado

Falei com a minha mãe que me deu permissão

Mas logo me disse:

“Não tenho um tostão!”

Pensei, repensei

Queria muito uma novidade

Que mostrasse toda a minha vaidade!

Enquanto não vinha a imaginação

Peguei num lápis

Comecei a afiá-lo

Com muita calma, pois então!

Uma apara em saia rodada

na mesa poisou

e logo uma em leque se lhe juntou…

Triangulares, redondas, em cone ou

em quadrado…

Eram tantas as cores e formas que eu estava encantado!

Um boné de apara encarnado

Umas luvas negras de mago

papillon de lápis azulado

Nem pareciam aparas, mas sim um fato lindo de brocado!

A mãe adorou! Que bela fantasia!

Como eu me diverti no meu fato – aparas plissadas de magia.!!!

Escritora Rosa Guedes

junho 2011


A Árvore



Era uma vez uma árvore. Era uma árvore grande, que não dava frutos, mas tinha muitas folhas. A árvore dava muita sombra a um cavalo, branco, às pintas castanhas. Os pássaros faziam a sua criação naquela árvore, pois ela tinha muitas folhas que os abrigavam. Aquela árvore tinha vinte anos e, um dia, morreu por causa da sede. Os pássaros e o cavalo procuraram outra árvore para viver.

Filipe Abel Gomes

A árvore Débora



Era uma vez a árvore Débora, que era amiga dos pássaros, dava-lhes comida e abrigo. A galinha anda a comer minhocas perto do tronco. A árvore Débora também é amiga da galinha porque lhe dá sementes e sombra. A árvore Débora era muito feliz, pois ajudava todos os seus amigos.

Débora Correia

João e o pássaro




Era uma vez o professor João, que agarrou as orelhas do João Pedro e puxou-lhas. As orelhas cresceram e o nariz do João também. Chegou um pássaro, a voar, que pousou no nariz comprido do João Pedro. O pássaro era um picapau e começou a tirar catotas do nariz do menino. O pássaro voou para o ninho e deu as catotas aos filhos para estes comerem. Os filhotes do picapau, ao verem o alimento, gritaram e disseram:

- Não são minhocas!

João Pedro Araújo

O Manuel das couves


Era uma fez um rapaz chamado Manuel Casimiro que não gostava de comer couves.

O Manuel Casimiro foi andar de bicicleta e caiu num campo com couves. O menino disse:

- Eu detesto as couves - e gritou pelo o pai, mas o seu pai não o ouviu. O coitado do Manuel ficou lá sozinho e depois, de manhã, o pai e a mãe do Casimiro foram à procura dele ao campo de couves. O pai e a mãe do Manuel Casimiro disseram que à noite iriam fazer caldo verde.

Micael Sousa

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Micael das batatas


Era uma vez um menino chamado Micael, que trabalhava na lavoura com o pai e com a mãe. Ele regava as couves, as flores, as árvores e tirava-lhes os frutos para os levar para casa. Ele tratava bem do quintal, plantava coisas. Certo dia, o menino Micael disse ao pai que as batatas tinham que sair da terra. Depois, o Micael começou a tirar as batatas da terra. Enquanto isso, o pai dizia:

- Está bem, está bem, está bem!

Depois, o Micael começou a tirar e a apanhá-las. O Micael fez um grande buraco, muito fundo, as batatas começaram a cair e o menino foi apanhar as que caíram no buraco. Entretanto, aconteceu um milagre, caíram todas as batatas no buraco. O Micael ficou no meio das batatas e lá continuou.

O Micael começou a descascar as batatas dentro do buraco, a mãe apanhou as rodelas e os palitos e criou a marca da batatas fritas “Micael batatas”.

Em seguida, a mãe chamou os bombeiros para tirar de lá o Micael e assim acabou a história.

Manuel Casimiro

A história da menina Laura


Era uma vez uma menina chamada Laura!

Ela tinha cabelos pretos ondulados como o mar em noite de tempestade, olhos azuis como céu limpo no verão, um nariz muito pequeno ainda infantil e um sorriso muito radiante que nos faz esquecer o mundo!

Quando estou triste, vou para a beira dela e desabafo. Ela faz-me perceber o lado bom das coisas, diz-me que mundo não é como nós pensamos, nem como queremos.

Ela fala-me da vida, e faz-me ver a pessoa que realmente sou.

Ela passa maior parte do tempo em casa, sozinha, no meu quarto. Não passo muito tempo com ela porque vou para a escola e tenho outras coisas para fazer mas ela compreende-me. É por isso que, mas mal chego a casa, vou para a beira dela e conto-lhe as novidades e ela também gosta de me contar o que fez!

Laura, num domingo de manhã, com um sol brilhante, acordou-me e disse-me que tinha um programa para nós. Então vestimo-nos e tomámos o pequeno-almoço.

Eu peguei no carro e ela disse-me que era para me dirigir ao parque aquático.

Então fomos!...

Quando lá chegámos, fiquei fascinada com o que vi.

Ela anunciou-me que íamos assistir ao espectáculo dos golfinhos.

Então fomos e fiquei muito feliz.

Quando o espectáculo acabou almoçámos no local e, depois, voltámos para casa.

Quando chegámos a casa ela tocou à campainha. TRIMMMMM...

Então acordei.

Não passou de um sonho, a Laura estava na cadeira sentada a olhar para mim.

Cláudia Franco

A amiga Vânia

Tenho uma amiga chamada Vânia. Tem 27 anos e mora na Póvoa do Varzim.

Tem cabelos castanhos, lisos, compridos e soltos, esvoaçantes como as folhas do Outono. Os seus olhos castanhos, como duas avelãs, iluminados por uma ligeira maquilhagem. Adoro o seu sorriso encantador.

É muito bonita, amiga das pessoas e está sempre pronta para ajudar os outros. Muitas vezes gostaria de falar com ela mas é impossível. É professora na escola da pintor José de brito, dá aulas de matemática.

É escuteira na Póvoa do Varzim e, como tal, tem um trabalho educacional e de voluntariado.

Gosto muito dela porque é amiga, educada, brincalhona e simpática.

Sónia Dantas

O Filipe


Era uma vez um rapaz chamado Filipe. Tem os olhos vermelhos e azuis, na orelha esquerda usa uma argola toda giraça. O cabelo liso, escorrido e escuro cai em franja sobre a testa. Na cabeça usa um boné com pala reta descaída sobre o pescoço… O rosto, com borbulhas, nariz redondinho e boca bem sorridente, apresenta uma expressão de alegria contida. Usa uma camisola da Nike, com pintas, muito bonita.

Nem sempre é ajuizado mas, às vezes, é um bom rapaz …

Gérson Gonçalves

sábado, 29 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Atividade Letiva - grupo 5




Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 3



atividade Letiva - grupo 1






Atividade Letiva - grupo 5



Atividade Letiva




quarta-feira, 15 de junho de 2011

Dia do Pintor 3.6.11 Pintura Mural "Era uma vez...Ler+"






Festa do Pintor_Oficina de livros "Era uma vez uma imagem...e outras histórias"







A Formiga Palhaço

Era uma vez uma formiga que tinha o sonho de ser palhaça, mas os seus pais não deixavam.

Um dia, apareceu um anúncio no jornal que dizia o seguinte: “ Precisa-se de formiga para fazer um número de palhaço. Contacto – 812113459 ”.

A formiga pegou logo no telefone e começou a marcar o número. Era o número do circo. Ficou toda contente, principalmente porque o senhor que atendeu lhe disse que se ela quisesse poderia começar logo nessa noite a trabalhar. No entanto, havia um problema, os seus pais não podiam saber de nada.

Ao final da tarde, a formiga resolveu ir para o circo preparar-se para o seu grande momento. Antes de sair, escreveu um bilhete aos pais com o seguinte: “ Papá e mamã, quero convidar-vos para assistirem a um espectáculo logo às 21h no circo da cidade.” Deixou-o em cima da mesa e foi-se embora.

Quando os pais chegaram a casa, encontraram o bilhete e apesar de acharem muito estranho o convite, resolveram ir.

Chegaram ao circo e sentaram-se tal como as outras pessoas, preparados para assistir ao espectáculo, sem sequer imaginar o que estava para acontecer…

Quando o circo começou, para seu espanto, no meio da alegria daqueles palhaços todos, havia uma palhacinha muito divertida e especial, era a sua filha.

Toda a gente se ria e aplaudia com muito entusiasmo.

No final, a formiga foi ter com os seus pais, que a abraçaram orgulhosos. Foi então que resolveram deixar a sua filhota seguir o seu destino e ser palhaça, tal como sempre sonhara.

A formiga ficou muito feliz, pois finalmente tinha a concretização do seu grande sonho.

Claúdia Franco


Santa Bruninha



Bruna era a minha melhor amiga. Além de ser colega de turma, era uma companheira inseparável. Passávamos muitos momentos juntos. Brincávamos, ríamos e desabafávamos as nossas alegrias e tristezas.

Numa certa noite, depois de um dia cansativo de escola, adormeci, mal me enfiei na cama. De manhã, quando acordei, apercebi-me que toda a noite tinha sonhado com uma fada muito especial. Era deslumbrante. À volta dos seus cabelos e asas douradas, pairava um brilho fora do vulgar , vindo não se sabe de onde. Mas o seu rosto não me era estranho. Fazia-me lembrar alguém que eu conhecia muito bem. De repente, aquele rosto redondinho e aquele narizinho único eram-me muito familiares e a imagem da minha amiga Bruna surgiu diante dos meus olhos. A nossa amizade era tão forte, que a consegui transportar para o meu sonho.

A pouco e pouco, fui me lembrando da minha aventura nocturna. Recordo-me que viajava num mar desconhecido num iate de sonho. Encontrava-me no exterior do barco, a apanhar a brisa da noite. O céu estava estrelado e a lua cheia. Respirava uma tranquilidade indescritível. De um momento para o outro, este ambiente paradisíaco transformou-se num inferno. As estrelas desapareceram, o céu ficou muito escuro e o vento soprava de todos os lados. O meu barquinho começou a andar à deriva no meio das ondas gigantescas.

Pensei que ia morrer. Mas, de imediato apareceu no meio da tempestade uma fada deslumbrante e apenas com um gesto, transformou aquela noite horrenda numa noite tranquila e estrelada. Foi a minha salvadora. A partir daquela noite passou a ser a minha Santa Protectora: Santa Bruninha.

De facto, a minha amiga Bruna tem algo de especial. Por isso, Santa Bruna encaixa-lhe muito bem!

Raul Gomes