domingo, 27 de novembro de 2011

A árvore mágica


A árvore mágica era muito bonita.

Era grande, os ramos eram compridos e dava muitos frutos, como laranjas, pêras e maçãs.

Um dia chegaram lá dois passarinhos, chamados Catarina e Filipe, e estragaram todos os frutos.

A árvore ficou triste, porque as pessoas deixaram de gostar dela.


Juliana Sequeira


Minha Mão, minha vida


A mão dos sonhos.

Sou a Juliana Sequeira e esta é a minha mão.

Na minha mão estão representados os meus sonhos.

Os meus sonhos são os seguintes:

- Quero ser professora

- Quero casar e ter filhos

- Quero ter um carro

- Quero ter uma casa

- Quero ser feliz

Juliana Sequeira

Minha Mão, minha vida


EU SOU A BEATRIZ E ESTA É A MINHA MÃO.

Eu gostava de…

…namorar

…casar

…viver num apartamento

…de brincar

…de ter mil filhos

Beatriz Fernandes

Minha Mão, minha vida


Eu sou o Octávio.

Eu gostava de...

- ser bonito

- ter filhos

- ter uma casa

- ter uma piscina

- ter um computador

Octávio Casimiro

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

A árvore dos pássaros coloridos


Era uma vez uma árvore. Estava totalmente despida, abandonada, sem ninguém para lhe dar água, para cuidar dela.

A árvore sentia-se muito sozinha porque vivia num jardim muito descuidado, onde ninguém brincava com ela.

O Tempo passava, as estações mudavam, mas a sua vida continuava tão triste que ela já tinha perdido a vontade de viver.

Certo dia, quando se aproximava a primavera, veio um passarinho que pousou num dos galhos adormecidos da árvore.

O passarinho era cor de laranja, alto, elegante, com um bico enorme.

Esse pássaro foi para um galho e começou a cantar e o seu canto atraiu outros pássaros que vieram habitar a árvore.

Cada pássaro tinha uma cor diferente.

Eram elegantes, altos, alegres e passavam o tempo a cantar.

Começaram a construir os seus ninhos e a árvore ficou cada vez mais povoada.

Cada vez que os pássaros cantavam a árvore ficava mais alegre, mais cheia de vida e os seus ramos iam se cobrindo de folhas, de flores e de frutos deliciosos para os alimentar.

Desde então, a árvore nunca mais se sentiu sozinha.

Cláudia Franco

A Árvore da Catarina



A minha árvore era muito colorida e bonita e lá moravam muitos pássaros. A minha árvore era muito grande e tinha pássaros coloridos e bonitos. Eles chamavam – se João, Pedro, Filipe, Débora e Mariana. A árvore tinha muitos frutos bons e os pássaros comiam os frutos da árvore. A árvore era azul e muito alta e tinha pássaros a voar em círculos, à volta dela. Os pássaros comiam muito e ficavam muito gordos.

Catarina Rodrigues

A árvore dos pássaros bonitos


Era uma vez uma árvore que estava carregada de pássaros, eram melros, passarinhos.

Certo dia, veio o inverno, começou a chover muito, os passarinhos foram para os ninhos e estiveram sempre lá.

Enquanto chovia, muito fizeram piu, piu, piu, piu, piu, piu. Depois, veio uma ventania muito forte, a árvore abanou muito, mas os pássaros bonitos prenderam-na com as asas. Estava o carro do professor João Carlos debaixo da árvore dos pássaros bonitos, mas eles não deixaram que nada acontecesse ao carro. Os pássaros bonitos eram muito unidos e juntos protegiam tudo o que os rodeava.

Manuel Casimiro


quarta-feira, 9 de novembro de 2011

A Árvore dos amigos


Era uma vez uma árvore cheia de pássaros.

Cada um deles tem seu nome: João Carlos, Vânia, Cláudia, David e Raquel.

Esta árvore é constituída por amigos e professores.

Os pássaros são muito coloridos e todos diferentes.

Há um pássaro que gosta muito de chatear e de brincar. Que gosta de varrer e de cantar. Esse é o João.

O pássaro Vânia é muito bonito, vaidoso e brincalhão.

A Cláudia é um passarinho muito mimado, só faz asneiras e é muito resmungão.

O David, esse, é um pássaro que gosta muito de brincar. Quando algum viajante vem a Portugal, tira-lhe uma foto e ele está sempre a perguntar aos amigos se já está tirada.

A Raquel é bonita, simpática e é muito amiga.

Mas somos todos amigos.

A minha árvore é assim!...

Sónia Dantas

terça-feira, 1 de novembro de 2011

A fantasia do Abel - Rosa Guedes



Para uma festa tropical

Fui convidado

Mas o traje ainda não tinha encontrado

Falei com a minha mãe que me deu permissão

Mas logo me disse:

“Não tenho um tostão!”

Pensei, repensei

Queria muito uma novidade

Que mostrasse toda a minha vaidade!

Enquanto não vinha a imaginação

Peguei num lápis

Comecei a afiá-lo

Com muita calma, pois então!

Uma apara em saia rodada

na mesa poisou

e logo uma em leque se lhe juntou…

Triangulares, redondas, em cone ou

em quadrado…

Eram tantas as cores e formas que eu estava encantado!

Um boné de apara encarnado

Umas luvas negras de mago

papillon de lápis azulado

Nem pareciam aparas, mas sim um fato lindo de brocado!

A mãe adorou! Que bela fantasia!

Como eu me diverti no meu fato – aparas plissadas de magia.!!!

Escritora Rosa Guedes

junho 2011


A Árvore



Era uma vez uma árvore. Era uma árvore grande, que não dava frutos, mas tinha muitas folhas. A árvore dava muita sombra a um cavalo, branco, às pintas castanhas. Os pássaros faziam a sua criação naquela árvore, pois ela tinha muitas folhas que os abrigavam. Aquela árvore tinha vinte anos e, um dia, morreu por causa da sede. Os pássaros e o cavalo procuraram outra árvore para viver.

Filipe Abel Gomes

A árvore Débora



Era uma vez a árvore Débora, que era amiga dos pássaros, dava-lhes comida e abrigo. A galinha anda a comer minhocas perto do tronco. A árvore Débora também é amiga da galinha porque lhe dá sementes e sombra. A árvore Débora era muito feliz, pois ajudava todos os seus amigos.

Débora Correia

João e o pássaro




Era uma vez o professor João, que agarrou as orelhas do João Pedro e puxou-lhas. As orelhas cresceram e o nariz do João também. Chegou um pássaro, a voar, que pousou no nariz comprido do João Pedro. O pássaro era um picapau e começou a tirar catotas do nariz do menino. O pássaro voou para o ninho e deu as catotas aos filhos para estes comerem. Os filhotes do picapau, ao verem o alimento, gritaram e disseram:

- Não são minhocas!

João Pedro Araújo

O Manuel das couves


Era uma fez um rapaz chamado Manuel Casimiro que não gostava de comer couves.

O Manuel Casimiro foi andar de bicicleta e caiu num campo com couves. O menino disse:

- Eu detesto as couves - e gritou pelo o pai, mas o seu pai não o ouviu. O coitado do Manuel ficou lá sozinho e depois, de manhã, o pai e a mãe do Casimiro foram à procura dele ao campo de couves. O pai e a mãe do Manuel Casimiro disseram que à noite iriam fazer caldo verde.

Micael Sousa

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

O Micael das batatas


Era uma vez um menino chamado Micael, que trabalhava na lavoura com o pai e com a mãe. Ele regava as couves, as flores, as árvores e tirava-lhes os frutos para os levar para casa. Ele tratava bem do quintal, plantava coisas. Certo dia, o menino Micael disse ao pai que as batatas tinham que sair da terra. Depois, o Micael começou a tirar as batatas da terra. Enquanto isso, o pai dizia:

- Está bem, está bem, está bem!

Depois, o Micael começou a tirar e a apanhá-las. O Micael fez um grande buraco, muito fundo, as batatas começaram a cair e o menino foi apanhar as que caíram no buraco. Entretanto, aconteceu um milagre, caíram todas as batatas no buraco. O Micael ficou no meio das batatas e lá continuou.

O Micael começou a descascar as batatas dentro do buraco, a mãe apanhou as rodelas e os palitos e criou a marca da batatas fritas “Micael batatas”.

Em seguida, a mãe chamou os bombeiros para tirar de lá o Micael e assim acabou a história.

Manuel Casimiro

A história da menina Laura


Era uma vez uma menina chamada Laura!

Ela tinha cabelos pretos ondulados como o mar em noite de tempestade, olhos azuis como céu limpo no verão, um nariz muito pequeno ainda infantil e um sorriso muito radiante que nos faz esquecer o mundo!

Quando estou triste, vou para a beira dela e desabafo. Ela faz-me perceber o lado bom das coisas, diz-me que mundo não é como nós pensamos, nem como queremos.

Ela fala-me da vida, e faz-me ver a pessoa que realmente sou.

Ela passa maior parte do tempo em casa, sozinha, no meu quarto. Não passo muito tempo com ela porque vou para a escola e tenho outras coisas para fazer mas ela compreende-me. É por isso que, mas mal chego a casa, vou para a beira dela e conto-lhe as novidades e ela também gosta de me contar o que fez!

Laura, num domingo de manhã, com um sol brilhante, acordou-me e disse-me que tinha um programa para nós. Então vestimo-nos e tomámos o pequeno-almoço.

Eu peguei no carro e ela disse-me que era para me dirigir ao parque aquático.

Então fomos!...

Quando lá chegámos, fiquei fascinada com o que vi.

Ela anunciou-me que íamos assistir ao espectáculo dos golfinhos.

Então fomos e fiquei muito feliz.

Quando o espectáculo acabou almoçámos no local e, depois, voltámos para casa.

Quando chegámos a casa ela tocou à campainha. TRIMMMMM...

Então acordei.

Não passou de um sonho, a Laura estava na cadeira sentada a olhar para mim.

Cláudia Franco

A amiga Vânia

Tenho uma amiga chamada Vânia. Tem 27 anos e mora na Póvoa do Varzim.

Tem cabelos castanhos, lisos, compridos e soltos, esvoaçantes como as folhas do Outono. Os seus olhos castanhos, como duas avelãs, iluminados por uma ligeira maquilhagem. Adoro o seu sorriso encantador.

É muito bonita, amiga das pessoas e está sempre pronta para ajudar os outros. Muitas vezes gostaria de falar com ela mas é impossível. É professora na escola da pintor José de brito, dá aulas de matemática.

É escuteira na Póvoa do Varzim e, como tal, tem um trabalho educacional e de voluntariado.

Gosto muito dela porque é amiga, educada, brincalhona e simpática.

Sónia Dantas

O Filipe


Era uma vez um rapaz chamado Filipe. Tem os olhos vermelhos e azuis, na orelha esquerda usa uma argola toda giraça. O cabelo liso, escorrido e escuro cai em franja sobre a testa. Na cabeça usa um boné com pala reta descaída sobre o pescoço… O rosto, com borbulhas, nariz redondinho e boca bem sorridente, apresenta uma expressão de alegria contida. Usa uma camisola da Nike, com pintas, muito bonita.

Nem sempre é ajuizado mas, às vezes, é um bom rapaz …

Gérson Gonçalves

sábado, 29 de outubro de 2011

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Atividade Letiva - grupo 5




Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 2



Atividade Letiva - grupo 3



atividade Letiva - grupo 1






Atividade Letiva - grupo 5



Atividade Letiva